http://www.oobservador.com/nacional/not_nac6954,0.html
Os dados do relatório do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), divulgados no dia primeiro de setembro pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) informam que o desmatamento em Rondônia atingiu 34,5 km².
Em toda a Amazônia no mês de julho o desmatamento atingiu pelo menos 836,5 quilômetros quadrados (km²) de floresta, 157% a mais que o registrado em julho de 2008, quando o desmate foi de 323 km². A área de floresta derrubada equivale à metade do município de São Paulo.
O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) também divulgou no dia primeiro deste mês relatório onde afirma que o desmatamento na Amazônia em julho foi 93% maior que o verificado no mesmo mês de 2008.
Os estados que mais desmataram foi Pará com 577 Km² o que corresponde há quase 70% do total de áreas derrubadas registradas em julho, Mato Grosso com 123,8 Km², Amazonas com 47 km², Maranhão 37,6km² e Rondônia com 34,5 km² de áreas de florestas derrubadas.
Fonte: Agência Brasil
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Curso de pedagogia da UNIR obtém nota máxima no Enade
http://www.oobservador.com/nacional/not_nac6953,0.html
O Ministério da Educação - MEC divulgou na quinta-feira (3) os melhores e piores cursos no Enade 2008 (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes). O curso de Pedagogia da Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir) aparece entre os 47 melhores cursos superiores do país de acordo com a avaliação do MEC.
No total, 7.329 cursos em todo o país foram analisados em 30 áreas. Entre estes somente 47 cursos superiores estão entre os “top” no Brasil. Estes cursos foram os únicos a obter a nota máxima (conceito 5) nos três principais quesitos-nota do Enade, IDD (índice que mostra o quanto a instituição agregou ao aluno) e Conceito Preliminar de Curso (CPC), que reúne a nota do Enade, o IDD, a titulação dos professores e a infra-estrutura.
Fizeram também parte da avaliação 10 cursos tecnológicos. Quase 400 mil alunos de 30 cursos participaram da prova, realizada por amostragem. São 47 graduações top que estão distribuídas por 24 instituições de ensino superior. Entre elas, aparecem só três instituições privadas, que concentram seis desses cursos que obtiveram nota máxima no exame. Entre eles, estão o curso de filosofia da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (Faje, de Belo Horizonte), os de pedagogia, história, ciências sociais e engenharia elétrica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e o curso de história da Universidade Cruzeiro do Sul, de São Paulo.
Aproximadamente 48 mil alunos se formaram em 2008 em cursos superiores considerados fracos pelo MEC. Com notas 1 ou 2 (de um total de 5), esses cursos representam mais de um terço dos avaliados pelo Enade no ano passado. São 1.566 de 4.819 classificados como insatisfatórios e sujeitos à supervisão.
Fonte: G1
O Ministério da Educação - MEC divulgou na quinta-feira (3) os melhores e piores cursos no Enade 2008 (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes). O curso de Pedagogia da Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir) aparece entre os 47 melhores cursos superiores do país de acordo com a avaliação do MEC.
No total, 7.329 cursos em todo o país foram analisados em 30 áreas. Entre estes somente 47 cursos superiores estão entre os “top” no Brasil. Estes cursos foram os únicos a obter a nota máxima (conceito 5) nos três principais quesitos-nota do Enade, IDD (índice que mostra o quanto a instituição agregou ao aluno) e Conceito Preliminar de Curso (CPC), que reúne a nota do Enade, o IDD, a titulação dos professores e a infra-estrutura.
Fizeram também parte da avaliação 10 cursos tecnológicos. Quase 400 mil alunos de 30 cursos participaram da prova, realizada por amostragem. São 47 graduações top que estão distribuídas por 24 instituições de ensino superior. Entre elas, aparecem só três instituições privadas, que concentram seis desses cursos que obtiveram nota máxima no exame. Entre eles, estão o curso de filosofia da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (Faje, de Belo Horizonte), os de pedagogia, história, ciências sociais e engenharia elétrica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e o curso de história da Universidade Cruzeiro do Sul, de São Paulo.
Aproximadamente 48 mil alunos se formaram em 2008 em cursos superiores considerados fracos pelo MEC. Com notas 1 ou 2 (de um total de 5), esses cursos representam mais de um terço dos avaliados pelo Enade no ano passado. São 1.566 de 4.819 classificados como insatisfatórios e sujeitos à supervisão.
Fonte: G1
Orelhões danificados prejudicam usuários
http://www.oobservador.com/nacional/not_nac6941,0.html
Os orelhões de Porto Velho estão em estado precário, mal conservados e praticamente sem condições de uso. Infelizmente esse não é um problema local. Em todo o país os usuários sofrem quando precisam usar os telefones de uso público.
Alguns dos problemas mais comuns que ocorrem são a falta de informações sobre códigos de seleção de todas as prestadoras de STFC (Serviço de Telefonia Fixa Comutada) para ligações de longa distância, a promoção ou indução por parte de alguma operadora, entre outros.
Pesquisas feitas pelo Idec e por outras organizações do Fórum Nacional de Entidades Civis de Defesa do Consumidor constataram que em 99% dos orelhões de Porto Velho não há identificação clara sobre se faz chamadas de longa distância nacional para outros telefones de uso público.
Este não é o único problema que as operadoras de telefonia apresentam. Foram pesquisadas cinco capitais. São Paulo, Belo Horizonte, Campo Grande, Porto Velho e Recife. O Instituto constatou que na maior parte dos casos os telefones públicos estão em estado crítico de funcionamento e conservação.
De acordo com o Idec, em apenas 5% dos orelhões da capital há informação de código seleção de todas as prestadoras de STFC para ligações de longa distância. Outro problema comum é a falta de explicação do significado das mensagens apresentadas no visor e dos avisos sonoros.
Os prejuízos para o consumidor são enormes haja vista o telefone público ser, hoje, 22,6 vezes mais barato que o celular de acordo com informações publicadas na revista Idec número 135. “O Brasil dispõem hoje de cerca de 180 milhões de celulares. Enquanto o minuto de uma ligação local de orelhão para outro telefone fixo custa R$ 0,06, a mesma operação feita a partir de um celular pré-pago custa, no mínimo, R$ 1,36, isto é 22,6 vezes mais caro (preços de 29/07/2009).”
Os orelhões de Porto Velho estão em estado precário, mal conservados e praticamente sem condições de uso. Infelizmente esse não é um problema local. Em todo o país os usuários sofrem quando precisam usar os telefones de uso público.
Alguns dos problemas mais comuns que ocorrem são a falta de informações sobre códigos de seleção de todas as prestadoras de STFC (Serviço de Telefonia Fixa Comutada) para ligações de longa distância, a promoção ou indução por parte de alguma operadora, entre outros.
Pesquisas feitas pelo Idec e por outras organizações do Fórum Nacional de Entidades Civis de Defesa do Consumidor constataram que em 99% dos orelhões de Porto Velho não há identificação clara sobre se faz chamadas de longa distância nacional para outros telefones de uso público.
Este não é o único problema que as operadoras de telefonia apresentam. Foram pesquisadas cinco capitais. São Paulo, Belo Horizonte, Campo Grande, Porto Velho e Recife. O Instituto constatou que na maior parte dos casos os telefones públicos estão em estado crítico de funcionamento e conservação.
De acordo com o Idec, em apenas 5% dos orelhões da capital há informação de código seleção de todas as prestadoras de STFC para ligações de longa distância. Outro problema comum é a falta de explicação do significado das mensagens apresentadas no visor e dos avisos sonoros.
Os prejuízos para o consumidor são enormes haja vista o telefone público ser, hoje, 22,6 vezes mais barato que o celular de acordo com informações publicadas na revista Idec número 135. “O Brasil dispõem hoje de cerca de 180 milhões de celulares. Enquanto o minuto de uma ligação local de orelhão para outro telefone fixo custa R$ 0,06, a mesma operação feita a partir de um celular pré-pago custa, no mínimo, R$ 1,36, isto é 22,6 vezes mais caro (preços de 29/07/2009).”
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Para cinéfilos: CineOca exibe filmes fora do circuito comercial
http://www.oobservador.com/arte/not_art6934,0.html
O CineOca abriu a programação de setembro com o filme de ficção realizado por Hirszman, Eles não Usam Black-Tie terça-feira (01/09). O cineclube de Rondônia que funciona todas as terças-feiras no Sesc Esplanada a partir das 20h com entrada gratuita trouxe este mês uma programação voltada para o cinema dramático.
Entre os filmes que o CineOca exibirá estão Por trás do pano dia 08, Bastidores do Teatro no dia 15 e Piaf, um Hino ao Amor que será exibido no dia 22 deste mês de setembro. Todos estes filmes estão fora do circuito comercial. Foram escolhidos pela qualidade e serão apresentados para todos os interessados em arte visual.
Na primeira noite de exibição dessa nova temporada o público compareceu ainda de forma tímida. Ao final da sessão poucas pessoas se arriscaram a discutir o tema da obra de Hirszman que traz no elenco artistas de renome nacional como Gianfrancesco Guarnieri, Carlos Alberto Riccelli e Fernanda Montenegro.
O CineOca que é filiado ao Conselho Nacional de Cineclubes promove a campanha “Filmes são feitos para serem vistos”. O objetivo do cineclube é promover a troca de informações para ampliar os conhecimentos de linguagem, temática e reflexão sobre a condição humana.
Oferecendo uma programação cultural de qualidade para o público em geral o CineOca homenageia os artistas que estarão no projeto Palco Giratório também em curso no mesmo mês no Sesc Esplanada localizado na Avenida Farquar próximo ao Tribunal de Justiça.
O CineOca abriu a programação de setembro com o filme de ficção realizado por Hirszman, Eles não Usam Black-Tie terça-feira (01/09). O cineclube de Rondônia que funciona todas as terças-feiras no Sesc Esplanada a partir das 20h com entrada gratuita trouxe este mês uma programação voltada para o cinema dramático.
Entre os filmes que o CineOca exibirá estão Por trás do pano dia 08, Bastidores do Teatro no dia 15 e Piaf, um Hino ao Amor que será exibido no dia 22 deste mês de setembro. Todos estes filmes estão fora do circuito comercial. Foram escolhidos pela qualidade e serão apresentados para todos os interessados em arte visual.
Na primeira noite de exibição dessa nova temporada o público compareceu ainda de forma tímida. Ao final da sessão poucas pessoas se arriscaram a discutir o tema da obra de Hirszman que traz no elenco artistas de renome nacional como Gianfrancesco Guarnieri, Carlos Alberto Riccelli e Fernanda Montenegro.
O CineOca que é filiado ao Conselho Nacional de Cineclubes promove a campanha “Filmes são feitos para serem vistos”. O objetivo do cineclube é promover a troca de informações para ampliar os conhecimentos de linguagem, temática e reflexão sobre a condição humana.
Oferecendo uma programação cultural de qualidade para o público em geral o CineOca homenageia os artistas que estarão no projeto Palco Giratório também em curso no mesmo mês no Sesc Esplanada localizado na Avenida Farquar próximo ao Tribunal de Justiça.
Espetáculo Filhas da Mata abre o Festival Palco Giratório do Sesc
http://www.oobservador.com/arte/not_art6933,0.html
O Sesc Rondônia divulgou a programação do Festival Palco Giratório 2009 que acontece entre os dias 4 e 30 de setembro hoje (03/09) em entrevista coletiva. Os espetáculos que acontecem em quatro pontos da cidade têm entrada gratuita sendo pedido apenas três quilos de arroz para serem doados a instituições carentes.
O Festival Palco Giratório promovido pelo Sesc há 12 anos chega pela primeira vez completo em Rondônia. O estado já recebe há seis anos etapas do festival, apenas algumas peças teatrais. Dessa vez serão apresentados todos os 16 espetáculos. É a primeira vez que o festival vem completo para a região norte.
Já aconteceram outros festivais este ano em outras capitais. Neste mês de setembro acontecem simultaneamente em três estados. Paraíba, Santa Catarina e Rondônia. Em Porto Velho os espetáculos acontecem em quatro pontos da cidade, no Teatro 1 do Sesc, no Parque da Cidade, no Presídio Feminino e na Faculdade Católica de Rondônia.
O festival que começa nesta sexta-feira (04/09) terá abertura com a peça Filhas da Mata do grupo O Imaginário às 20h30 no teatro 1 dos Sesc Esplanada. O Encerramento será dia 29 às 18h no Parque da Cidade com a peça teatral O Médico Camponês ou a Princesa Engasgada do grupo de Teatro Quebra-Cabeça.
Será um mês de festival. Segundo o coordenador de cultura do Sesc Rondônia, Fabiano Tertuliano, o Sesc investiu R$ 800 mil em cultura só esse ano, cerca de R$ 200 mil no Festival Palco Giratório.
O diretor regional do Sesc, João Bosco, abriu a coletiva falando sobre a importância do festival. Chicão do grupo O Imaginário afirmou que esse festival será um marco histórico para o teatro local. “O teatro local será reconhecido como antes e depois do Festival Palco Giratório”, falou.
Serão apresentadas cinco peças de teatro locais entre elas Frei Molambo e O Médico Camponês ou a Princesa Engasgada. O Sesc tem o objetivo de levar todas as linguagens da cultura para todo o estado desde a cidade de Guajará-Mirim até Vilhena disse Fabiano Tertuliano, coordenador de cultura do Sesc Rondônia.
O Sesc Rondônia divulgou a programação do Festival Palco Giratório 2009 que acontece entre os dias 4 e 30 de setembro hoje (03/09) em entrevista coletiva. Os espetáculos que acontecem em quatro pontos da cidade têm entrada gratuita sendo pedido apenas três quilos de arroz para serem doados a instituições carentes.
O Festival Palco Giratório promovido pelo Sesc há 12 anos chega pela primeira vez completo em Rondônia. O estado já recebe há seis anos etapas do festival, apenas algumas peças teatrais. Dessa vez serão apresentados todos os 16 espetáculos. É a primeira vez que o festival vem completo para a região norte.
Já aconteceram outros festivais este ano em outras capitais. Neste mês de setembro acontecem simultaneamente em três estados. Paraíba, Santa Catarina e Rondônia. Em Porto Velho os espetáculos acontecem em quatro pontos da cidade, no Teatro 1 do Sesc, no Parque da Cidade, no Presídio Feminino e na Faculdade Católica de Rondônia.
O festival que começa nesta sexta-feira (04/09) terá abertura com a peça Filhas da Mata do grupo O Imaginário às 20h30 no teatro 1 dos Sesc Esplanada. O Encerramento será dia 29 às 18h no Parque da Cidade com a peça teatral O Médico Camponês ou a Princesa Engasgada do grupo de Teatro Quebra-Cabeça.
Será um mês de festival. Segundo o coordenador de cultura do Sesc Rondônia, Fabiano Tertuliano, o Sesc investiu R$ 800 mil em cultura só esse ano, cerca de R$ 200 mil no Festival Palco Giratório.
O diretor regional do Sesc, João Bosco, abriu a coletiva falando sobre a importância do festival. Chicão do grupo O Imaginário afirmou que esse festival será um marco histórico para o teatro local. “O teatro local será reconhecido como antes e depois do Festival Palco Giratório”, falou.
Serão apresentadas cinco peças de teatro locais entre elas Frei Molambo e O Médico Camponês ou a Princesa Engasgada. O Sesc tem o objetivo de levar todas as linguagens da cultura para todo o estado desde a cidade de Guajará-Mirim até Vilhena disse Fabiano Tertuliano, coordenador de cultura do Sesc Rondônia.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Líder comunitário divulga projeto social
http://www.oobservador.com/cidades/not_cid6893,0.html
Elias Ferraz Oliveira, 47, conhecido como Braçal do Boxe, líder comunitário do bairro três Marias, Pombal 2, ex-lutador de boxe e técnico pela confederação brasileira de boxe divulga projeto social com crianças carentes da Zona Leste.
O ex-lutador de boxe mantém trabalho na área do esporte e lazer há 20 anos. São projetos sociais em escolinhas comunitárias nas associações de bairro na Zona Leste e em Cujubim Grande e Pequeno, distritos de Porto Velho, localizados na linha 28.
O trabalho do professor Braçal do Boxe consiste em tirar as crianças do mau convívio social, das más companhias, das drogas, da ociosidade, da prostituição infantil. Todos esses temas são debatidos durante as aulas, segundo Braçal, que fala sobre o poder do esporte na recuperação das pessoas que procuram um meio diferente para construir a vida através de alguma habilidade física.
As crianças, para o ex-lutador, são como diamantes brutos que ele precisa lapidar para tornar esses talentos ainda grosseiros atletas profissionais. Muitas vezes as habilidades dessas crianças estão adormecidas, é preciso acordá-las. Além do mais existem os benefícios na questão física e mental, cardiovascular e respiratória, enfatizou.
Braçal lançou há dois anos o projeto “Assim nasce um atleta” que foi aceito pelo governo do estado e pela UVERON (união dos voluntários de Rondônia). O apoio que o líder comunitário recebe do estado e dos voluntários ajuda a conseguir o material esportivo que as crianças precisam para treinar. São luvas de bater saco, coletes, sacos de bater, protetor de cabeça. Nada mais. O que sobra Braçal doa para outras escolinhas de bairro.
O líder comunitário conta com apoio da secretaria Tânia da SEAS (Secretaria Estadual de Ação Social) que incentiva projetos ligados ao esporte através de escolas de futebol, caratê, e no caso do líder comunitário, boxe, muay-thai e aero-boxe.
Braçal foi penta campeão rondoniense na categoria profissional, tri-campeão no amador, campeão nacional em Mato Grosso do Sul. Com muitos outros títulos regionais e estaduais o ex-lutador treina atletas de nível nacional que começaram no esporte em uma de suas escolinhas.
Alguns exemplos que deram certo podem ser citados como Charles, 18, morador da Zona Leste, tetra-campeão rondoniense de boxe na categoria médio e quarto colocado no brasileiro de 2006 em São Paulo quando tinha apenas 16 anos. Luiza Ferraz, 14, filha de Braçal tri-campeã rondoniense de boxe e campeã no Amazonas. Boliongue, 25, campeão rondoniense de boxe super pesado, campeão absoluto por quase seis anos.
Braçal parou de lutar no ringue, mas continua a luta para transformar meninos e meninas da periferia de Porto Velho e região em futuros atletas de ponta que representarão o estado em competições nacionais e quem sabe até o país em competições internacionais.
Elias Ferraz Oliveira, 47, conhecido como Braçal do Boxe, líder comunitário do bairro três Marias, Pombal 2, ex-lutador de boxe e técnico pela confederação brasileira de boxe divulga projeto social com crianças carentes da Zona Leste.
O ex-lutador de boxe mantém trabalho na área do esporte e lazer há 20 anos. São projetos sociais em escolinhas comunitárias nas associações de bairro na Zona Leste e em Cujubim Grande e Pequeno, distritos de Porto Velho, localizados na linha 28.
O trabalho do professor Braçal do Boxe consiste em tirar as crianças do mau convívio social, das más companhias, das drogas, da ociosidade, da prostituição infantil. Todos esses temas são debatidos durante as aulas, segundo Braçal, que fala sobre o poder do esporte na recuperação das pessoas que procuram um meio diferente para construir a vida através de alguma habilidade física.
As crianças, para o ex-lutador, são como diamantes brutos que ele precisa lapidar para tornar esses talentos ainda grosseiros atletas profissionais. Muitas vezes as habilidades dessas crianças estão adormecidas, é preciso acordá-las. Além do mais existem os benefícios na questão física e mental, cardiovascular e respiratória, enfatizou.
Braçal lançou há dois anos o projeto “Assim nasce um atleta” que foi aceito pelo governo do estado e pela UVERON (união dos voluntários de Rondônia). O apoio que o líder comunitário recebe do estado e dos voluntários ajuda a conseguir o material esportivo que as crianças precisam para treinar. São luvas de bater saco, coletes, sacos de bater, protetor de cabeça. Nada mais. O que sobra Braçal doa para outras escolinhas de bairro.
O líder comunitário conta com apoio da secretaria Tânia da SEAS (Secretaria Estadual de Ação Social) que incentiva projetos ligados ao esporte através de escolas de futebol, caratê, e no caso do líder comunitário, boxe, muay-thai e aero-boxe.
Braçal foi penta campeão rondoniense na categoria profissional, tri-campeão no amador, campeão nacional em Mato Grosso do Sul. Com muitos outros títulos regionais e estaduais o ex-lutador treina atletas de nível nacional que começaram no esporte em uma de suas escolinhas.
Alguns exemplos que deram certo podem ser citados como Charles, 18, morador da Zona Leste, tetra-campeão rondoniense de boxe na categoria médio e quarto colocado no brasileiro de 2006 em São Paulo quando tinha apenas 16 anos. Luiza Ferraz, 14, filha de Braçal tri-campeã rondoniense de boxe e campeã no Amazonas. Boliongue, 25, campeão rondoniense de boxe super pesado, campeão absoluto por quase seis anos.
Braçal parou de lutar no ringue, mas continua a luta para transformar meninos e meninas da periferia de Porto Velho e região em futuros atletas de ponta que representarão o estado em competições nacionais e quem sabe até o país em competições internacionais.
Ainda faltam cerca de 17.594 famílias rondonienses se cadastrarem no Bolsa Família
http://www.oobservador.com/nacional/not_nac6871,0.html
Famílias de baixa renda terão até o dia 31 de outubro para atualizarem os dados cadastrais nas prefeituras de suas cidades e evitar o bloqueio do benefício Bolsa Família. No total, 17.594 famílias rondonienses que precisavam de atualização de cadastro até agosto terão uma segunda chance para o fazerem até o fim do mês de outubro.
O motivo dessa segunda chance foi, segundo informações da assessoria do MDS (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome), problemas operacionais no processamento de cadastro (rejeições de dados pelo sistema) e atraso no trabalho provocado por situações de emergência ou calamidade em alguns municípios.
As Prefeituras de todo o país conseguiram atualizar o cadastro de 1.617.954 famílias beneficiárias no período compreendido entre fevereiro e agosto deste ano, do total de 3,4 milhões que precisavam passar pela revisão. Até o dia 31 de outubro outras 1,9 milhão de famílias deverão cadastrar-se no programa.
Este é o último prazo dado pelo MDS. As famílias que não tiverem os dados atualizados até o fim de outubro terão o benefício bloqueado automaticamente. Caso a família tenha o benefício bloqueado, bastará que procure a Prefeitura da cidade e solicite a atualização dos dados para que o benefício seja desbloqueado. Isso acontecerá se a família atender ao critério do programa do governo federal. A partir de janeiro de 2010, o benefício que continuar bloqueado por falta de revisão cadastral será cancelado, informa o MDS.
O Ministério em parceria com os municípios realiza a iniciativa com o objetivo de garantir que as informações das famílias cadastradas sejam atualizadas a cada dois anos, como determina o Decreto nº 6.135 de 2007. A ação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome também funciona como mecanismo para melhorar a focalização do Programa Bolsa família que transfere mensalmente mais de R$ 1 bilhão para a população carente com renda per capita de até R$ 140,00.
Os beneficiários do programa do governo federal, o Bolsa Família, que precisam atualizar seus dados receberam avisos, enviados nos extratos de pagamento desde abril, para procurar a Prefeitura de seu Município.
O MDS informa que com a mudança, a Secretaria Nacional de Renda de Cidadania do Ministério unificou os prazos de correções das informações cadastrais dos beneficiários. Os gestores municipais têm até 31 de outubro para verificar a renda de cerca de 600 mil famílias que apresentaram dados diferentes no cruzamento com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2007, do Ministério do Trabalho e Emprego sobre rendimento do mercado formal, e ainda as inconsistências apontadas em auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), informou.
Famílias de baixa renda terão até o dia 31 de outubro para atualizarem os dados cadastrais nas prefeituras de suas cidades e evitar o bloqueio do benefício Bolsa Família. No total, 17.594 famílias rondonienses que precisavam de atualização de cadastro até agosto terão uma segunda chance para o fazerem até o fim do mês de outubro.
O motivo dessa segunda chance foi, segundo informações da assessoria do MDS (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome), problemas operacionais no processamento de cadastro (rejeições de dados pelo sistema) e atraso no trabalho provocado por situações de emergência ou calamidade em alguns municípios.
As Prefeituras de todo o país conseguiram atualizar o cadastro de 1.617.954 famílias beneficiárias no período compreendido entre fevereiro e agosto deste ano, do total de 3,4 milhões que precisavam passar pela revisão. Até o dia 31 de outubro outras 1,9 milhão de famílias deverão cadastrar-se no programa.
Este é o último prazo dado pelo MDS. As famílias que não tiverem os dados atualizados até o fim de outubro terão o benefício bloqueado automaticamente. Caso a família tenha o benefício bloqueado, bastará que procure a Prefeitura da cidade e solicite a atualização dos dados para que o benefício seja desbloqueado. Isso acontecerá se a família atender ao critério do programa do governo federal. A partir de janeiro de 2010, o benefício que continuar bloqueado por falta de revisão cadastral será cancelado, informa o MDS.
O Ministério em parceria com os municípios realiza a iniciativa com o objetivo de garantir que as informações das famílias cadastradas sejam atualizadas a cada dois anos, como determina o Decreto nº 6.135 de 2007. A ação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome também funciona como mecanismo para melhorar a focalização do Programa Bolsa família que transfere mensalmente mais de R$ 1 bilhão para a população carente com renda per capita de até R$ 140,00.
Os beneficiários do programa do governo federal, o Bolsa Família, que precisam atualizar seus dados receberam avisos, enviados nos extratos de pagamento desde abril, para procurar a Prefeitura de seu Município.
O MDS informa que com a mudança, a Secretaria Nacional de Renda de Cidadania do Ministério unificou os prazos de correções das informações cadastrais dos beneficiários. Os gestores municipais têm até 31 de outubro para verificar a renda de cerca de 600 mil famílias que apresentaram dados diferentes no cruzamento com a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2007, do Ministério do Trabalho e Emprego sobre rendimento do mercado formal, e ainda as inconsistências apontadas em auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), informou.
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