http://www.impactorondonia.com/cidades/ler.php?id=5083
http://www.oobservador.com/nacional/not_nac6496,0.html
Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, conhecida como gripe A (H1N1), crescem em todo o Estado de Rondônia. A gripe que já matou uma pessoa tem 25 casos suspeitos, um deles confirmado; oito pessoas estão internadas no CEMETRON, dentre elas três mulheres grávidas. O Comitê Estadual de Enfrentamento da Gripe A (H1N1) não descarta os outros casos.
A informação foi dada hoje pela gerente de Vigilância Sanitária, Mirlene Moraes, durante coletiva à imprensa na manhã desta quarta-feira (12.08). Segundo Mirlene, que é presidente do Comitê Estadual de Enfrentamento da Gripe A (H1N1), “só há tratamento suficiente para 700 pessoas. Remédios como o Tamiflu só serão distribuídos para pessoas que estiverem internadas ou com sintomas graves”.
O Comitê, de acordo com Mirlene, é responsável pelas atitudes de prevenção de acordo com o Ministério da Saúde e cumprem as normas internacionais. “O protocolo de tratamento muda conforme a doença se transforma. Como não há casos de transmissão de pessoa para pessoa, o comitê continua estudando caso por caso, quantificando e tratando de acordo com as medidas necessárias”, disse.
Hoje o CEMETRON tem somente doze leitos para cuidar dos casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave, a gripe A (H1N1). Os casos mais leves não devem ser encaminhados para o CEMETRON devem ser tratados nas Unidades Básicas de Saúde, disse a presidente do Comitê. Para as autoridades sanitárias do Estado, a gripe Suína, apesar do crescimento, está controlada.
CASOS NO BRASIL E NO MUNDO
Hoje o Brasil tem 2.959 casos de gripe A confirmados, número maior do que o da gripe sazonal, comum. No país já morreram 211 pessoas segundo as secretarias de saúde. A previsão para a vacina contra a gripe (H1N1) ser produzida no país é o mês de outubro deste ano, segundo o presidente da Fundação Butantan, Isaias Raw.
No mundo, o número de pacientes com a nova gripe já chega a 177.457 em mais de 170 países e as mortes somam 1.462, um aumento de 308 vítimas desde a última contagem, há uma semana. Os dados constam do boletim epidemiológico da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado hoje (12).
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